sexta-feira, 20 de junho de 2014

Previdência Privada III

  • De acordo com a sua disponibilidade financeira você faz contribuições periódicas para o plano, acumulando um capital que receberá rendimentos e, quando decidir se aposentar, passa a receber uma renda mensal ou realiza o resgate total dos recursos acumulados.
  • A previdência privada também pode ser utilizada para o planejamento sucessório, uma vez que não é necessário inventário para ser recebida a reserva, desde que os beneficiário(s) estejam especificados no plano.
  • Caso contrário a reserva será paga aos herdeiros legais.
         
   
         
  
         
   
               
                   
         
         
  • A principal diferença entre essas duas modalidades de plano diz respeito ao tratamento tributário conferido a cada uma delas.
  • Diferentemente do que ocorre com o PGBL, no VGBL não é possível realizar a dedução dos aportes efetuados da base de cálculo do Imposto de Renda, porém no momento do resgate (ou recebimento dos benefícios) a tributação do IR será feita apenas sobre a parte do resgate equivalente ao ganho de capital, ou seja, ao rendimento, seguindo a opção de tributação escolhida.
  • No caso do PGBL, o valor total resgatado será tributado de acordo com a legislação vigente e com a opção de tributação escolhida.
                   
         
   
                   
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Não existe idade para pensar no seu futuro.
  • Porém, quanto mais cedo você começar a pensar nele, menor será o investimento necessário para se obter uma renda futura que atenda às suas necessidades.
  • Começar ainda jovem a acumular reserva para a aposentadoria é o ideal para quem pretende ter dinheiro no futuro sem comprometer o orçamento, com os depósitos ao longo da vida. Mas, nem sempre isso é possível.
  • Um plano de previdência depende essencialmente de quatro variáveis, no período de acumulação: idade atual, idade da aposentadoria, quanto receber no futuro e rentabilidade da reserva.
  •  Dependendo do quanto pode contribuir, poderá mudar a idade de saída e a quantia a receber no futuro, adequando, assim, o orçamento à contribuição ao plano, reduzindo a quantia que pretende receber no futuro e aumentando a idade da aposentadoria e o tempo de acumulação.
  • O tempo de acumulação potencializa o retorno do investimento.
  • Quanto mais tempo o dinheiro estiver investido, maior será o impacto dos juros no montante.
  • Mexer nas variáveis é a solução para reduzir o valor dos depósitos, já que em aposentadoria não existe mágica: o investimento depende da sua disciplina em reservar dinheiro.
                  
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O ideal seria contribuir, no mínimo, o suficiente para complementar o benefício que receberia do INSS .

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