Segredos do tesouro Direto
- No Tesouro Direto, o aplicador é o gestor de sua própria carteira de investimentos, ao escolher prazos e indexadores dos títulos conforme seu interesse, ocorrendo, portanto, uma redução do custo de intermediação.
- Para verificar a vantagem dessa aplicação para fins de aposentadoria, sugerimos comparar esses custos do Tesouro Direto, com as taxas de administração e de carregamento das Previdências Privadas (VGBL e PGBL ).
- O Tesouro Direto oferece títulos com prazos diversos de vencimento e estão subdivididos em: Pré-fixados, indexados ao IPCA e à taxa SELIC.
- Os títulos disponíveis atualmente para compra podem ser consultados nesse endereço.
- É importante observar que não há títulos que proporcionem rendimentos mensais.
- Há títulos que pagam principal e juros, quando de seu vencimento (NTN-B Principal, LFT e LTN)
- E os demais que pagam cupom de juros semestrais, inclusive em seu vencimento, quando também é pago o principal (NTN-F e NTN-B).
- A taxa observada no momento da compra (coluna "taxa compra"na tabela constante no endereço acima descrito) é garantida se o investidor mantiver o seu título em carteira até o seu vencimento, independente das variações de preço do título ao longa da aplicação.
- Entretanto, no caso da venda antecipada, o Tesouro Nacional recompra o título com base em seu valor de mercado.
- Logo, na venda antes do vencimento, o retorno da aplicação poderá ser diferente da acordada no momento da compra, dependendo do preço do título no momento em que o investidor decidir vender o título.
- O investidor que intenta receber fluxos periódicos de recursos pode montar uma carteira com títulos que paguem cupons de juros.
- Os cupons são pagos de seis em seis meses definidos retrospectivamente, a partir da data de vencimento dos títulos.
- Desse modo, os títulos que vencem em 1º de janeiro, por exemplo, pagam cupons de juros nos dias 1º de janeiro e 1º de julho entre a data da liquidação e a data de vencimento.
Fonte de Pesquisa : Site do Tesouro Direto.